REBELDE

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Leitura em voz alta automática:

Figura do exército extraída de G1 (2014)
   -> Meditação - orientações básicas
   -> 2) Oscilações irregulares

Figura da espinha das ideias extraída de G2 (2015)
   -> Começar de novo
   -> Grupo 4
   -> 02.MSG.rtf

Figura do emburrado extraída de G1 (2014)
   -> COMENTÁRIOS
   -> ESTRATÉGIAS
   -> DESBRAVANDO
   -> AÍ VAI FOGO

REBELDE

Antes de iniciar esse trabalho sobre os neurônios, consegui superar o problema de insônia que eu tive [01], o qual tive sucesso no seu enfrentamento sem a necessidade do uso do medicamento receitado. Aí comecei a notar uma forte relação entre a memória do cérebro e a memória do computador.


Mas diferente que o que já é explorado hoje, essa relação é em duplo sentido, e não em um só. Aí avistei de longe um vasto caminho ainda invisível. Mas tornando-o visível, seria como viabilizar o teletransporte. Tem uma música [02] que diz “você pode correr, mas você pode olhar”. Nesse caso essa frase ficaria “você pode correr, mas você pode se teletransportar”.


Nessa época, era eu apenas suspeitava disso. Mas essa suspeita gradualmente ficou mais forte e hoje ela se transformou em certeza. Um exemplo dessa certeza é a ideia espinha desse texto. A ideia foi essa:

  • Sem gastar a MT com a expectativa de chegar ao horizonte, as ideias espinhas se espalham pela contemplação só nas coisas do presente. Isso, além de torná-la muito mais poderosa, aproveita muito melhor os recursos (visuais, auditivos, naturais…). Além dessa distribuição, ignorar o horizonte elimina a ansiedade pelo resultado final. Isso possui uma relação direta com CLUSTER.

CLUSTER são vários computadores pequenos trabalhando cooperativamente. Eles possuem diversas vantagens absurdas a supercomputadores. Por exemplo, o gigante google não é um supercomputador, mas sim um cluster.

Por ignorar o resultado final da parcela envolvida no momento, esse espalhamento é totalmente livre, contanto que cumpra seu objetivo. Essa liberdade o deixa totalmente irregular. Essa doidura é como derramar farinha na frente de um ventilador. Seus grãos voam totalmente doidos.

Imaginas que esse grãos são papagaios inocentes e a liberdade é criatividade. A inocência de um papagaio pode mostrar uma ideia criativa gigante.

O papagaio não tem vaidade e não se contenta em não imitar que nem doido o que os outros falam mesmo não entendendo nada. Isso lembra a música Monte Castelo do Legião Urbana.

Quem tem filho sabe que o estudo não abre os olhos para muitas coisas mostradas pela inocência de uma criança.

A MT contendo só as informações pertinentes ao contexto atual, torna inconsciente o plano B (ou meta) o que permite a própria pessoa araquietá-lo e lançar mão na hora necessária como elemento surpresa. Isso é um recurso fantástico para quem é trabalha com educação física.

Suspeito que a relação que eu suspeitava e que virou certeza vai muito mais longe.

Paulo Ricardo Silveira Trainini

[01] G2 (2015) -> Começar de novo -> Grupo 5 -> 01.MSG.rtf
[02] Downpresser – Peter Tosh

Downpresser – Peter Tosh

ISOLAR OS CONTEXTOS

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ISOLAR OS CONTEXTOS

Ocupar os recursos operacionais só com a atividade presente multiplica o desempenho. Para fazer esse isolamento, é necessário, dividir os contextos. Após essa divisão, determina as atividades dos seus escopos. A figura acima é um exemplo disso, extraída de
https://www.dropbox.com/sh/i8658ejcjpva1i4/AADVP8n5058qcnsqeOFWHXMqa?dl=0

Essa é a espinha dorsal das minhas atividades, distribuídas em cinco contextos. Ela varia pouco em relação aos contextos intermediários. De certa forma, essa relação pode ser comparada com o nosso corpo.

O isolamento dos recursos operacionais (memória de trabalho, músculos, neurônios envolvidos, etc) tranquiliza a mente para facilitar a concentração na atividade presente, o que torna a sua execução mais otimizada (velocidade, exatidão, precisão, robustez, etc).

Esses contextos devem ser definidos de maneira personalizada, considerando todas as características contextuais de cada um (saúde, família, trabalho, etc). Apesar dessa divisão contextual, detalhada no arquivo LEIAME ( clica aqui), ter me auxiliado superar barreiras duras oriundas do meu problema de saúde, praticamente tudo eu defini de forma intuitiva. Mas descobri posteriormente que todas essas coisas possuem fundamento médico. Por isso, se gostares da ideia, sugiro fortemente definir esses contextos pra ti com a orientação de especialistas em cada área.

Cada contexto deve utilizar uns oitenta por cento da nossa capacidade. Não muito mais, nem muito menos. Se a capacidade ultrapassa o limite máximo da pessoa, vira doença. Se a capacidade for muito menor que esse limite (recursos ociosos), fica muitas tarefas para a(s) fase(s) seguinte(s).

Para fazer a troca de contexto de maneira eficiente, todos os recursos operacionais do corpo envolvidos precisam se ajustar. Esse ajuste é feito de maneira intuitiva se os estímulos que afetam o corpo (visuais, auditivos, olfativos, emotivos, musculares, etc) são acionados de acordo com a fase seguinte.

Se fizeres uma divisão contextual semelhante, conseguirás atingir um desempenho muitas vezes maior.

DICAS:

  • Foca todos os recursos envolvidos nas atividades que compõem o contexto presente (memória de trabalho, músculos e etc);
  • Só permite outras coisas ocuparem espaços nesses recursos se elas não prejudicarem as atividades presentes;
  • Dessa forma, o médico consegue diminuir a prescrição de medicações. Pois, o próprio corpo age como um medicamento.
  • Evitar a ociosidade de recursos aumenta a capacidade de administrar mais tarefas diárias de maneira eficiente. Por isso que quem segue uma coisa desse tipo consegue executar tarefas que normalmente só uma equipe inteira consegue.

Paulo Ricardo Silveira Trainini

Amor e sexo – Rita Lee

COMEÇAR DE NOVO G1.1

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COMEÇAR DE NOVO G1.1

Não gasta mais tempo com o que já foi explorado. Reutiliza o que sobrou de bom e
concentra a tua memória de trabalho só no presente. O que não estiver visível, deixa pra
depois. Brinca com o futuro. Dá chance pro acaso.


Se tu desafiavas o acaso de um jeito e agora esse jeito não funciona mais,
simplesmente inverte o cenário, desliga o som e vai tomar um sol.

Se, ao invés do sol, gastar o teu tempo tentando achar respostas para perguntas
invisíveis, vais perder o sol e as respostas. Ou seja, nem mel nem porongo. Isso vai te
deprimir. Essa é a falha de ouvir só a voz da razão ou só a voz do sentimento. O acaso é
muito mais poderoso que qualquer um deles.

Se a coisa ficar caótica, ignora o problema, faz o que tem que ser feito e espera. Se
resistires bravamente ao caos, não precisarás correr atrás das respostas, pois elas virão
sozinhas. Eu não tenho filhos, mas quem tem aposto que já viveu isso.
Sei lá o que é essa coisa caótica, mas já vivenciei isso muitas vezes.

Escrevi essa poesia anexa (clica aqui) em 2001. O “tio” que falo é o meu padrinho, que morreu
em 2012.

Paulo Ricardo Silveira Trainini

CAMINHO

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CAMINHO

Os povos primitivos, tipo o desse cara sinistro aí de cima, atingem uma felicidade muito maior que eu esperava em virtude da turbulência da vida deles. Mesmo enfrentando situações adversas doidas e não possuindo os recursos tecnológicos que nós possuímos, eles enfrentam esses problemas com galhardia e ainda conseguem sorrir.

Verdade que sem a voz da razão, ainda seríamos macacos. Mas tô achando que, se o nosso futuro for ditado apenas pela razão, logo logo voltaremos a ser macacos novamente. Pois, mesmo com a razão e toda tecnologia que ela desenvolve, conflitos que a humanidade enfrenta há muito tempo persistem, e cada vez mais perversos.

Ainda bem que a nossa ciência possui alguns nobres exemplos que ouvem a voz do sentimento antes de publicarem coisas realizadas pela razão. Mas essa gente, por ser a minoria, não é ouvida.

Essa maioria que só fala através da razão vive soltando alívios imprudentes. Geralmente esses alívios não vem acompanhados do afastamento das cucuias.

Acho que a maneira inteligentíssima dessa árvore agir, apesar da sua irracionalidade, está relacionada com o caminho espinhento que os povos primitivos enfrentam. Sinistro…

O único chute forte que eu faço é que isso tudo é alimentado com a atenção plena. A publicação FOCA NO PRESENTE [1] ilustra seu funcionamento. Mas se tu tiveres interessado em investir nessa coisa, procura algum auxílio epecializado. Pois não é tão simples quanto pode parecer.

Ela faz um gerenciamento complexo da memória cerebral. Apesar de não ter esse conhecimento, acertei por chute. Aposto que esse acerto foi guiado pela minha meditação.

Conversando com um amigo, descobri que a minha meditação é muito parecida com a técnica dele, chamada vipassana.


[1] SUSTO NOS NEURÔNIOS -> G1 (2014) -> O Poder do Chimarrão -> FOCA NO PRESENTE


“O caminho para a felicidade é torto. Quanto mais forte se é para enfrentar esse sapeca, mais apto se fica para atingir a felicidade.”

Paulo Ricardo Silveira Trainini

Another Brick in the Wall (edited) – Pink Floyd

MAMMA MIA!

Também disponível em PDF através do menu principal em G1 (2014) -> O Poder do Chimarrão -> 7) MAMMA MIA!

MAMMA MIA!

“Caro amigo, eu trabalho para plantar o broto logo acima, não os mais altos. Uma hora eles brotarão, sem o risco de serem facilmente arrancados pelo vento.”

Essa frase é um paradigma na minha vida desde que eu me conheço por gente. Vai aí um exemplo da aplicação dela:

A receita que eu uso para preparar esse prato delicioso é essa:

Ressalto duas coisas importantes do item 1 da preparação:

  1. O azeite tem que ser EXTRA VIRGEM,
  2. Refogar SÓ até a cebola ficar transparente, não mais.

Quem me ensinou os pontos BÁSICOS dessa receita foi um grande amigo (neurologista). Ele disse que se o azeite não for extra virgem e se o refogado passar do ponto de transparente, vira gordura saturada (veneno para os neurônios).

Depois de me deliciar com a janta que ele preparou, eu vim prá casa e tentei reproduzir várias vezes até até que cheguei nessa receita.

 Primeiro eu fazia só com brócolis, que nem ele fez no dia. Depois eu tentei outras hortaliças e, apesar do gosto ficar diferente, o prato ficava com a mesma MAGIA.

Aí alterei o ingrediente “Brócolis” para “Hortaliças disponíveis”.

Primeiro eu aprendi os pontos BÁSICOS (broto mais baixo), depois eu senti a MAGIA (broto logo acima) do prato.

O broto acima da MAGIA é esse: antes de se atirar que nem louco, diz MAMMA MIA!

Neurônio Intoxicado

Se a receita furar, não diz mamma mia, roda o vídeo abaixo e saberás o que dizer.

DESAFIA O VELHO

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DESAFIA O VELHO

Quando eu encaro um desafio, ao invés de escapar, meu consciente leva um susto. Mas se, ao invés de escapar, eu o enfrento, meu cérebro age diferente. No meio da confusão, os meus neurônios perdem o chão e ficam sem saber como agir.

Encarar esses desafios pode ser desprazeroso, como uma curva tortuosa num caminho. Mas se eu conseguir manter a serenidade, os neurônios primeiro contraem toda a memória consciente (instruções do raciocínio, memória de trabalho…) de forma que, mesmo sem conseguir solucionar o problema, o meu cérebro reduz foco e tranquiliza a razão. Aí, ela acha um meio termo que melhora toda a situação.

Quando essa melhora acontece sobre o mesmo problema sucessivamente algumas vezes, todo o problema se resolve, tipo a subida de uma escada. Essas melhoras podem ser originadas em contextos diferentes ou mesmo por outros, tipo um brainstorm entre várias pessoas.

Se essas melhoras são feitas pelo meu cérebro, ao invés de várias pessoas, mais profunda fica a exploração do meu inconsciente. Como eu já enfrentei dessa forma inúmeras vezes problemas gigantes sozinho, eu já descobri muitas coisas especiais sobre o meu inconsciente.

Eu não sei quando eu iniciei explorar o meu cérebro assim. Mas o que eu sei é que essa exploração começou bem devagar. Acho que sua progressão tem uma correspondência direta com o diâmetro da roda.

A última coisa que eu descobri, de forma totalmente empírica, foi o sistema de memória cache. Bem, não sei como ela é implementada, o que eu descobri é apenas o seu funcionamento. Ainda, acho que isso está relacionado com conexões entre os neurônios.

Encarar o desafio e agir com serenidade, faz o yin e o yang se cruzarem e gerar ideias criativas totalmente novas e, grande parte das vezes, simplíssimas. Quando os meus neurônios da razão tomam consciência dessas ideias, eles ficam impressionados, pois em geral, essas ideias,
apesar de novas, estão fundamentadas em coisas antigas.

Agora entra o cache mágico. Se, no meio desse entrevero, a mente conseguir reduzir o foco e tranquilizar o consciente, a memória cache do inconsciente grava uma frase captada no entrevero, enriquece a coisa e, depois de horas, dias, meses ou até anos, o inconsciente devolve essa coisa (memória cache) enriquecida para o consciente de forma rápida, intacta e na hora certa. Aí, a minha razão consciente refina e mete bala.

Assim como no estudo regular que eu tive, no esporte, na música, na dança, na poesias e em outras áreas, esse sistema de cache existe. Acho que a melhor forma de explorar isso, e outras coisas relacionadas, é não se apegar em uma área só, mas investir em várias.

Se é o velho quer ficar só em uma área, desafia o velho.

Paulo Ricardo Silveira Trainini


CORRE, NEGADA!

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CORRE, NEGADA!

Quando eu estou na superfície, eu me apoio confortavelmente no meu barco a remo chamado “Foco”, miro minha poderosa arma “Perguntas e Respostas calibre 38” e fogo! Se o barco não consegue visualizar toda a confusão, eu passo essa arma para os irmãos Tico e Teco . Eles olham feio para os sabidões e dizem “Corre, negada!”.

O meu cérebro começa a agir como criança. Eu me faço de louco e não questiono coisa alguma. Só ajo em função exclusivamente do presente.

Quando eles sentem um cheiro meio estranho, um olha pro outro e diz “Há algo de podre no reino da Dinamarca!”. Aí, eles voltam pra casa.


Essa é a representação figurada da mistura ideal entre o sentimento e a razão. Tanto um quanto o outro participam do funcionamento do meu cérebro sempre. Porém, o comando das funções neurológicas é intercalado dessa forma.

Os irmãos Tico e Teco são dominados pelo sentimento e os sabidões, pela razão. Os neurônios do sentimento só conseguem dominar a memória de trabalho depois que o cérebro é desafiado.

Quando eu encaro uma confusão de estímulos (sonoros, visuais, emocionais…), eu rapidamente registro (em um meio externo ou no próprio cérebro) e depois esqueço esses registros. Feito isso, eu presto atenção em todos que estão visíveis no meu foco e considero todos antes de agir.

Essa consideração leva em conta prioritariamente aspectos emocionais, não racionais. Ou seja, respeita todos, independente de julgamentos. Se fosse comparar esse foco com um país, o seu regime político não seria nenhum “*ismo” dos que têm por aí. Ele seria chamado de “Sentimentalismo”. Mas, esse regime é intercalado com outros, dependendo do foco.

O desafio que o cérebro precisa receber para efetuar essa intercalação depende do foco. Quanto mais reduzido é o foco, menos “dolorido” é esse desafio.

Essa redução segue a roda. A roda se desenvolve não apenas com o conhecimento (fundamental), mas também com as coisas que a vida ensina. O conhecimento e os ensinamentos da vida correspondem à verdade. Ou seja, a verdade não é uma coisa fixa, ela está sempre mudando com o tempo.

Naquela representação figurada que eu fiz da intercalação do comando dos meus neurônios, o foco corresponderia aos recursos tecnológicos comandados pela consciência.

Apesar de serem desenvolvidos com o objetivo majoritário de auxiliar o melhoramento das condições de vida, muitas vezes eles “erram a pontaria” e acabam fazendo o contrário.

Os recursos tecnológicos possuem uma superioridade muito grande na manipulação das informações. Mesmo assim, eles possuem deficiências em relação a coisas elementares para o ser humano. A identificação visual de objetos é uma delas.

A sabedoria do universo não é uma coisa fixa, ela está sempre mudando com o tempo. A nossa máquina mais complexa é o nosso próprio cérebro.

Quando eu desafio o cérebro, o meu cérebro reduz o foco. Deixa o campo focado o melhor possível para o futuro, seja lá qual for.

Na linguagem dos computadores, decidir tudo em função do presente dessa forma que eu falei, poderia ser traduzido em software básico.

  • Santa paciência, Batman !
  • Mas, enquanto não feder, não saberemos onde procurar.
    então, se faz de louco e corre, Robin.

Paulo Ricardo Silveira Trainini


NICOLAU MAQUIAVEL

Também disponível em PDF através do menu principal em G1 (2014) -> COMENTÁRIOS -> ESTRATÉGIAS -> MENSAGENS EXTRAS -> MSG 01: NICOLAU MAQUIAVEL

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NICOLAU MAQUIAVEL

Li dois livros do Maquiavel:

  1. O Príncipe
  2. A Arte da Guerra [ 1 ]

Eu gostei mais do segundo, mas o mais conhecido dele é o primeiro. Nessas obras, e imagino que nas outras também, ele manifestou empatia, criatividade, intuição e outras coisas que só seu grande conhecimento não conseguiria atingir.

Segundo a sua biografia, descobri que ele tinha uma vida altamente boêmia, na verdade um verdadeiro devasso! Por causa disso, ele interagiu com pessoas de diversos perfis. Em muitas dessas situações, ele deve ter sido obrigado a isolar o máximo possível esses contextos, deixando o mais distante possível o seu próprio julgamento e deixar o caminho o mais livre possível para a outra pessoa manifestar sua maneira de pensar.

Imagino que essas características que eu falei antes vieram daí. Essa turbulência, como a dele, põe na frente situações que exigem agir assim. Do contrário, ele iria prás cucuias. Imagino que seja por causa disso que a maioria dos grandes nomes da história tinham uma vida turbulenta. Em especial problemas de depressão. Mas esse foco no presente pode ser exercitado sem sofrer dessas turbulências. É através da ATENÇÃO PLENA (habilidade pscicoterápica).

Neurônio Intoxicado

REFERÊNCIAS;

[ 1 ] Resumo disponível em dois formatos:

  • 1.1 Em Power Point: G1 (2014) -> COMENTÁRIOS -> ESTRATÉGIAS no link logo abaixo do jogo de xadrez
  • 1.2 para visualizar na Internet: EXTRAS 2 -> GUERRA ESPIRITUAL

INIMIGO MAIS FORTE

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INIMIGO MAIS FORTE

Da primeira vez que eu encaro um inimigo mais forte, não luto com ele. Me mantenho protegido e apenas dou corda pra ele mostrar as suas armas.

Depois de conhecer as suas armas, luto isoladamente com cada uma ou um grupo delas. De maneira que cada grupo tenha menos poder de fogo que eu. Quando eu luto com um grupo, uso força total.


Depois da provável vitória, volto pro abrigo, relaxo e me alimento. Só depois, luto com outro grupo (novamente com força total). Lembras da divisão e conquista (REF 1)? É ela em ação.


No final de todas as lutas, dou um peteleco nesse inimigo gigante e “sim sim, salabin”, ele vira o meu passarinho obediente e, muitas vezes, ótimo conselheiro.


Lembras de contextos isolados (REF 2.1) e foco no presente (REFS 2.2 e 2.3)? São eles em ação.


Eu evito que a pressa, a ânsia por resultados rápidos ou outra coisa do tipo (nem sempre consigo), me faça lutar em paralelo contra armas do inimigo fora desse contexto. Senão, o risco de virar comida é grande (perda de segurança, eficiência…).


Quanto maior é o inimigo, maior é o meu respeito pelo isolamento contextual. Pois, sem isso, o risco de virar comida aumenta na mesma proporção. Antes de guerrear, eu defino o contexto das batalhas.

Imagina que a guerra é um problema grave de saúde ou uma outra missão dura. É assim que eu os enfrento.


Os momentos desagradáveis não são apenas necessários para intensificar o prazer. Mas fazem parte dele. O prazer e o desprazer é uma coisa só (REF 3). Mas, no momento presente, eu deixo o prazer perto e vivo. O desprazer, longe e latente.


Tanto no prazer, quanto no desprazer, não interessa se faz frio ou sol que racha, viva a bombacha.

Neurônio Intoxicado

REFERÊNCIAS:

  • 1) G1 (2014) -> O Poder do Chimarrão -> 2) DIVISÃO E CONQUISTA
  • 2.1) G1 (2014) -> COMENTÁRIOS -> ISOLAR CONTEXTOS
  • 2.2) G1 (2014) -> COMENTÁRIOS -> FOCAR NO PRESENTE
  • 2.3) G1 (2014) -> O Poder do Chimarrão -> 9) FOCA NO PRESENTE
  • 3) G1 (2014) -> COMENTÁRIOS -> DESAFIAR O PRAZER O TORNA MAIS INTENSO

OS HABITANTES DA TERRA

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OS HABITANTES DA TERRA

Imagine que uma minoria das pessoas sejam peixes das profundezas. Ás vezes, eles vêm para a superfície. Mas de tempos em tempos, mergulham novamente. Quanto mais perto do centro da Terra conseguem chegar, mais enxergam essas coisas oriundas da sabedoria universal.

Mas a maioria das pessoas estão na superfície da Terra desde que nasceram e nunca saíram de lá. E como há diversos conflitos e barulhos ensurdecedores, não ouvem essa minoria. De sorte que, elas não conseguem sentir nada da sabedoria universal, mesmo que às vezes a sabedoria universal se manifeste.

E como elas habitam a superfície desde que nasceram, elas acham as coisas da sabedoria universal pura tolices.

Imagine agora que alguns desses habitantes mergulhem até as profundezas para absorverem a sabedoria universal, impossível na superfície. E quanto mais perto do centro da Terra eles conseguem ir, mais absorvem ensinamentos vindos da sabedoria universal. E eles não se contentam nunca.

Mas, o convívio social e as emoções por eles conseguidas na superfície não lhe saem da cabeça. E voltam de tempos em tempos. E quando interagem com os habitantes da superfície, não se queixam de nada, só manifestam alívios. Algumas vezes, esses alívios abrem portas ou enriquecem o círculo de amizades.

Agora, os felizes mergulhadores podem  desfrutar plenamente de todas as maravilhosas emoções que a nossa fantástica Terra proporciona. Mas antes que esses felizes habitantes consigam transmitir os ensinamentos da sabedoria universal, os habitantes da superfície transformam o mundo em poeira cósmica.

Neurônio Intoxicado

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