MESTRE IVOS

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Leitura em voz alta automática:

MESTRE IVOS

1 de 3 ————————————————–

Meditar não é uma tarefa a ser cumprida, mas sim, um prêmio a ser curtido. A eficiência da minha meditação é diretamente proporcional à preparação. Se a preparação for bem feita, o prêmio será uma meditação genial. Mas, se não houver preparação, meditar será um tempo perdido. Eu já vivenciei tudo isso inúmeras vezes.

Preparar a meditação é se concentrar em limpar os estímulos desnecessários na hora em que se medita. Quando eu me sinto deprimido, decepcionado ou outra coisa que me deixa pra baixo, eu faço algo para aquecer os músculos e a mente. Se eu conseguir isso, o meu corpo esquenta.

Nessa hora, eu me transformo no Incrível Hulk e saio a preparar o contexto da meditação. Nessa hora, sugiro sair da minha vista e não falar comigo. Durante essa preparação, eu não faço absolutamente nada diferente do que eu aprendi antes. A consciência não decide tomar nenhuma atitude por conta própria. Ela só resgata memórias anteriores e comanda ações baseada só nessas memórias, sem criar nem aprender nada. Também, ela ignora completamente os estímulos externos (auditivos, olfativos, visuais e etc).

Quando eu estou doente, a minha capacidade de executar essa preparação diminui, mas nunca acaba. Basta eu reduzir o foco dos meus contextos o máximo possível e eu consigo preparar o contexto da meditação, ainda que eu demore mais.

Depois dessa preparação e a troca de contexto para a meditação, todos os desconfortos gerados pelos estímulos externos somem como mágica. Verdade que esse sumiço é apenas durante o contexto da meditação.

2 de 3 ————————————————–

Quanto mais eu medito, mais eu percebo padrões que não são possíveis de serem modelados racionalmente, mas que são tão certo quanto um mais um é igual a dois.

Por exemplo: a proporcionalidade da riqueza das ideias obtidas com a eficiência da limpeza dos estímulos desnecessários para o contexto presente feita no contexto da preparação.

Outro exemplo, que é mais estranho ainda, é a da proporcionalidade direta entre o aumento da frequência de coincidências e a aproximação das ideias. Depois que essa maluquice se repetiu inúmeras vezes, eu consigo ter uma ideia de quantos contextos faltam para surgir ideias pelo aumento da frequência de coincidências.

3 de 3 ————————————————–

No contexto de preparação, se correres atrás de uma ideia, ela fugirá e não voltará mais. Nessa hora, só prepara a tranquilização da mente no próximo contexto, não foge disso.

Nunca deixa o medo dominar a consciência, pois ele faz do perigo real um monstro que parece muito mais perigoso do que realmente é. Também, se ele conseguir dominar a consciência, vai tentar causar medo do medo e isso termina em uma crise de pânico.

Imagina o cérebro como um cubo mágico de infinitos lados. A consciência é um dos lados e as faces dos cubos pequenos são os estímulos externos. Trocar de contexto seria como girar o cubo.

As escolhas parciais não precisam ser perfeitas. Mas sim, rápidas. No futuro, o Mestre Ivos (estímulos auditivos, olfativoS, gustativos, *ivos e etc) ajudará logo adiante.

Paulo Ricardo Silveira Trainini

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