CORRE, NEGADA!

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CORRE, NEGADA!

Quando eu estou na superfície, eu me apoio confortavelmente no meu barco a remo chamado “Foco”, miro minha poderosa arma “Perguntas e Respostas calibre 38” e fogo! Se o barco não consegue visualizar toda a confusão, eu passo essa arma para os irmãos Tico e Teco . Eles olham feio para os sabidões e dizem “Corre, negada!”.

O meu cérebro começa a agir como criança. Eu me faço de louco e não questiono coisa alguma. Só ajo em função exclusivamente do presente.

Quando eles sentem um cheiro meio estranho, um olha pro outro e diz “Há algo de podre no reino da Dinamarca!”. Aí, eles voltam pra casa.


Essa é a representação figurada da mistura ideal entre o sentimento e a razão. Tanto um quanto o outro participam do funcionamento do meu cérebro sempre. Porém, o comando das funções neurológicas é intercalado dessa forma.

Os irmãos Tico e Teco são dominados pelo sentimento e os sabidões, pela razão. Os neurônios do sentimento só conseguem dominar a memória de trabalho depois que o cérebro é desafiado.

Quando eu encaro uma confusão de estímulos (sonoros, visuais, emocionais…), eu rapidamente registro (em um meio externo ou no próprio cérebro) e depois esqueço esses registros. Feito isso, eu presto atenção em todos que estão visíveis no meu foco e considero todos antes de agir.

Essa consideração leva em conta prioritariamente aspectos emocionais, não racionais. Ou seja, respeita todos, independente de julgamentos. Se fosse comparar esse foco com um país, o seu regime político não seria nenhum “*ismo” dos que têm por aí. Ele seria chamado de “Sentimentalismo”. Mas, esse regime é intercalado com outros, dependendo do foco.

O desafio que o cérebro precisa receber para efetuar essa intercalação depende do foco. Quanto mais reduzido é o foco, menos “dolorido” é esse desafio.

Essa redução segue a roda. A roda se desenvolve não apenas com o conhecimento (fundamental), mas também com as coisas que a vida ensina. O conhecimento e os ensinamentos da vida correspondem à verdade. Ou seja, a verdade não é uma coisa fixa, ela está sempre mudando com o tempo.

Naquela representação figurada que eu fiz da intercalação do comando dos meus neurônios, o foco corresponderia aos recursos tecnológicos comandados pela consciência.

Apesar de serem desenvolvidos com o objetivo majoritário de auxiliar o melhoramento das condições de vida, muitas vezes eles “erram a pontaria” e acabam fazendo o contrário.

Os recursos tecnológicos possuem uma superioridade muito grande na manipulação das informações. Mesmo assim, eles possuem deficiências em relação a coisas elementares para o ser humano. A identificação visual de objetos é uma delas.

A sabedoria do universo não é uma coisa fixa, ela está sempre mudando com o tempo. A nossa máquina mais complexa é o nosso próprio cérebro.

Quando eu desafio o cérebro, o meu cérebro reduz o foco. Deixa o campo focado o melhor possível para o futuro, seja lá qual for.

Na linguagem dos computadores, decidir tudo em função do presente dessa forma que eu falei, poderia ser traduzido em software básico.

  • Santa paciência, Batman !
  • Mas, enquanto não feder, não saberemos onde procurar.
    então, se faz de louco e corre, Robin.

Paulo Ricardo Silveira Trainini


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