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BANDEJA

Pra mim, evitar a degradação de um sistema de computador, por menor que seja, faz parte da segurança da informação. Pois, se essa degradação crescer ao ponto de inutilizar por completo um sistema, será a mesma coisa que derrubá-lo ou travá-lo. E isso sim, pode ser um ataque de um hacker.

Pelo fato da minha vida acadêmica e profissional ter sido focada em redes de computadores, não em segurança da informação, não sei dizer se essa minha afirmação está absolutamente correta. Bom, pra mim é lei.

Em ataques mais refinados, o hacker derruba ou trava o sistema antes de invadi-lo e fazer o que quer. Ele faz isso para não deixar o sistema registrar seus comandos, o que permitiria o rastreamento do seu ataque.

Muitas vezes, o hacker lança mão de um vírus cavalo de Tróia para descobrir senhas de usuários comuns (com permissões limitadas) sem que esses percebam. Então, de posse dessas senhas, ele dispara tantas solicitações comuns que degradam tanto o sistema ao ponto de travar tudo. Aí, o hacker começa a invasão e faz o que quer sem se esforçar muito.

O nome dessa classe de vírus, cavalo de Tróia, foi dado porque a sua forma de ação é semelhante ao fato histórico.

Basicamente, os vírus do tipo cavalo de Tróia apresentam uma tela igual a do sistema original solicitando uma senha. Aí, o usuário digita a senha e o vírus envia a senha para o hacker, não para o sistema. Depois, ele faz o sistema assumir a solicitação da senha, refazendo-a normalmente. O usuário pensa que digitou a senha errada e a digita novamente sem perceber a ação do vírus.

Se quiseres saber mais sobre o seu funcionamento, procura em algum site de pesquisa por “vírus cavalo de Tróia”. Dificilmente uma pessoa ansiosa suspeita da presença desse tipo de vírus.

Imagina que os pontos mais periféricos dessa figura acima correspondam à neurônios conscientes informando uma senha para satisfazerem as suas vontades. E os pontos internos, os neurônios conscientes de hackers.

Quanto mais reduzida é amplitude do meu foco, mais os meus neurônios conscientes pensam como hackers. Basta eles perceberem o rumo dos neurônios mais periféricos para perceber a solução de algo. Quanto menos reduzida é a amplitude do meu foco, mais eu penso como um primata, repetindo os mesmos erros.

Muitas vezes, eu percebo como resolver problemas graves antes mesmo de descobrir a causa. Essa percepção do rumo das informações me entrega de bandeja essas soluções. Essa bandeja está intimamente ligada com o comportamento manada, muito estudado em publicidade.

OBS: Quando o meu cérebro percebe a solução de coisas desse tipo, eu sinto a claramente a presença dessa percepção, bem antes que ela fique consciente.

Paulo Ricardo Silveira Trainini


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