PORTÃO

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PORTÃO

Situações muito difíceis parecem túneis estreitos onde estou enclausurado e o ar é limitado, parecendo que vai acabar logo. Quanto mais isso me apavora, mais estreito fica o túnel. As paredes parecem monstros querendo me pegar. A medida que o túnel vai ficando mais estreito, menor é o número de alternativas que eu tenho para escolher como agir.

Nessa hora, uma coisa fica nítida: ignorar o sentimento e agir só pela razão é a melhor alternativa para não virar pastel. Aí, eu escolho essa alternativa e sigo em frente, sem dar bola para o fim do túnel. Dou um passo de cada vez e não volto. Ainda que demore bem mais do que o previsto inicialmente, ter paciência e sangue frio para agir assim sempre me salvou de situações muito difíceis e ainda me trouxe ótimas ideias.

Eu disciplino cada vez mais o meu cérebro para pensar conscientemente só até logo antes um contexto desse tipo e voltar a pensar conscientemente somente depois do seu final. Durante o contexto, eu procuro guiar as minhas ações exclusivamente por comandos previamente programados, como um androide. E quanto mais reduzido for o foco, mais eficiente fica a execução desse programa.

A eficiência disso não está relacionada com a regularidade dos caminhos abertos. Muitas vezes, a irregularidade gera resultados magníficos, que a regularidade seria incapaz de conseguir.

Isso está relacionado com a teoria do portão da dor, que controla os impulsos nervosos responsáveis pela criação da percepção da dor. Treinar o cérebro para controlar a percepção da dor dessa forma depende das suas habilidades cognitivas.

Pô Montanha, que rolo! Aí… nesse rolo, me dá uma sugestão de como eu posso agir para deixar o cérebro porrada sem lesionar os neubíceps nem os neutríceps. – Ih, Maça, sei lá.

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Paulo Ricardo Silveira Trainini

https://youtu.be/9FTHz_d5HF

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  5. Minha percepção sobre as situações difíceis que me deparo me deixam preocupada, então mesmo que eu tenha que subir uma escada ingrime de bengala, primeiro a observo vejo largura, se o meu pé e a bengala cabem em cada degrau e vou subindo um degrau de cada vez, paro para respirar sem olhar para o último degrau , isso exige concentração, cálculo matemático, vontade de subir , só deixo para respirar mais profundamente quando finalmente chego no último degrau, depois vem o restaurante que é a minha compensação em comida por ter conseguido subir mesmo com pessoas subindo e descendo ao meu lado, ligo o automático & pronto! Já para dores por excesso de caminhadas no sol forte para pagar em dia minhas contas, a dor surge de repente, sento, esqueço onde estou e foco na dor, respiro e solto dizendo prá dor ir embora, ajuda um pouco por que sinto que tenho que dar conta de pagar a próxima conta, depois outra mas no final tenho que voltar de táxi, meu pensamento era manter minhas contas pagas( uma de cada vez) e consigo atingir meu objetivo mas chego em casa demolida como se tivesse sido atropelada por um trem desgovernado, sem tomar nada de medicação para dor, chego inchada, suando, cansada mas penso que é assim que devo agir: quanto antes pagar cada conta vou me livrando de cada uma e depois de alguns dias descansando recomeço de novo para pagar as que estão faltando, passo a passo sem me desconcentrar, parando, sentando em ambiente confortável para respiração diafragmática liberando a dor quando expirou e dizendo em pensamento que ela pare de me atormentar , vá embora e me deixe fazer o que preciso até dar cabo de cada um e no final de todos os pagamentos. Retorno de táxi prá casa e fico de cama por uns dois dias, não faço exercícios físicos nestes dias de crise ciática, já tenho algo pronto para comer, que seja tranquilo, leve para carregar, fácil de abrir, gostoso e que me alimente como preciso para repor as energias direcionadas gastas durante o processo todo. Após estes dias de descanso mental, emocional, físico recomeço aos poucos a fazer exercícios para melhorar minha condição.

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