SEMPRE IGUAL E SEMPRE DIFERENTE

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SEMPRE IGUAL E SEMPRE DIFERENTE

Em uma galáxia muito distante, havia uma erva-mate muito afrente do seu tempo.

 Ao apreciar um excelente chimarrão preparado com essa erva, um dos habitantes de um dos planetas dessa galáxia detectou a primeira prova da ligação entre a Informática e a Medicina.

Posteriormente, foi descoberto que essa ligação é muito mais ampla. De repente…

A coisa mais perigosa que pode ter na minha cozinha é uma faca sem fio. Porque, se eu não estiver atento ao usá-la e forçar para cortar, por descuido, me corto.

Mas, se eu estiver calmo e atento, primeiro vou conferir seu fio. Se ela não estiver bem afiada, eu pego outra ou afio antes de usá-la. Se nenhuma dessas opções estiverem disponíveis, eu troco a coisa a ser cortada por outra que não precisa ser cortada. Se não tiver outra coisa, eu deixo tudo pra depois. Se eu não sei o que acontecerá depois, eu deixo a tarefa nas mãos do futuro, não do meu presente.

Tu podes pensar que não tem sangue frio pra isso. Mas, dá um susto nos teus neurônios que de pronto eles providenciam isso.

Ninguém tem o domínio do futuro. A melhor coisa que se pode fazer é plantar calmamente e da melhor forma o que vai florescer só num futuro incerto.

Esse plantio se assemelha à programação em camadas. No entanto, o terreno onde se planta não é discreto. É contínuo e “gelatinoso”. Essa gelatina é tipo um ruído branco, que é sempre igual e sempre diferente, essa dupla é dinâmica. Santa Escócia!

Quem aprecia um rico chimarrão, descobre coisas inacreditáveis nessa gelatina.

Mas quem tenta colher antes da hora, se corta. Infelizmente a política tá infestada de gente que tenta colher antes da hora. Fatalmente vão se afogar.

Paulo Ricardo Silveira Trainini

SUSTO NOS NEURÔNIOS

7 ideias sobre “SEMPRE IGUAL E SEMPRE DIFERENTE

  1. DEDOS TORTOS
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    Focos,
    saiam dos copos

    Diabos,
    me deixem ver seus cravos

    Gente,
    que nem agente
    É sempre igual e diferente

    Dedos,
    Sujando os dedos

    Roubando daqui,
    Mentindo dali,
    Acanbando com tudo,
    Vão devolver!
    Porque aqui e em todo o país
    Só dedo torto pra escolher!

    Dedos tortos, saiam desses mortos
    Dedos tortos, entrem pelo mar

    Na paz,
    Vão votar,
    Se for deles, vai roubar.

    – Paulotãs –

    ORIGINAL: https://www.youtube.com/watch?v=diJMzgpbrI4

    • Paulistas…leia-se como escreveste! Meu celular deixa de escrever como quero, ele tenta adivinhar & erra algumas vezes. Dedos tortos mostra claramente como fazes para manter o foco, a mentira, a política, os cravos estão todos armazenados esperando a hora que vais rascunhar, rascunhar, mudar, refazer até que fique dentro da melodia, tenha uma sequência de raciocínio na paródia. Amo Titãs & tenho um cd original deles! Quando terminas existe uma sequência , coerência entre tantas coisas diferentes & que tem ligações umas com as outras!

  2. SETE CABEÇAS

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    Eu nunca desafio nenhum dos pilares da saúde (boa alimentação, exercícios físicos constante e bom descanso). Apenas mudo ou vario dentro das orientações especializadas.

    Por exemplo, café é bom para a saúde, mas tem vezes que o meu cérebro pede um café e eu digo pra mim mesmo “Hoje não. Amanhã ganharás se parares de pedir.”. Por outro lado, eu nunca como nada fora da validade ou outra coisa prejudicial.

    É impossível fugir de todos os riscos. Então, quando eu me deparo com uma novidade inesperada, eu rapidamente calculo os riscos e enfrento, mas dentro dos limites dessa análise. Incluindo acontecimentos imprevisíveis dentro desse contexto.

    A coisa fundamental que eu faço antes de iniciar um contexto é definir o foco. Durante o contexto, todas as minhas ações, tanto as previsíveis quanto as imprevisíveis, ficam dentro desse foco. Assim, até uma matéria dificílima se torna simples.

    Um exemplo disso é quando eu não entendia nada de uma matéria de matemática. Eu primeiro listava o que eu não precisava saber. Depois, eu ignorava tudo dentro dessa lista. Se, mesmo assim ela continuava difícil, eu definia o foco do foco. E repetia esse processo (explorava) até ficar simples.

    Aí, eu subia de volta nessa pirâmide de focos e sim, sim, salabim: resolvido. Com essa simples tática, eu consegui derrotar bichos de sete cabeças.

    Eu sempre estudei em escolas públicas. Mas isso não foi uma barreira para eu passar em concursos dificílimos. Mas, para desenvolver essa potência neurológica, eu sempre enfrentei desafios.

    FOTO ATIVIDADE

    http://www.proricordare.com/paulo.trainini (LOGIN: visitante, SENHA: visitante)

    ou

    http://sustonosneuronios.org/ -> Susto Nos Neurônios -> COMENTÁRIOS -> ISOLAR CONTEXTOS -> link abaixo da primeira figura -> 0.3LEIAME.rtf -> link do primeiro parágrafo

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    Paulo Ricardo Silveira Trainini

    • Nem sempre podemos beber um café quando queremos ou mesmo chimarrão. Creio que desde criança sou peixetariana(alguns peixes do mar, camarões, siris) algo fora disso não entra. Erro quando tento manter uma alimentação saudável e ahh a sobremesa, quando eu faço encho o potinho até em cima, muito gulosa, por pouco tempo. Antes de fazer compras no supermercado faço um lanche ou como uma fruta para estar com a barriga cheia& comprar apenas o que está na minha listagem, olhar o prazo de validade sempre e quando desconfio que o prazo está em desacordo com o estado do produto troco por outro mais condizente ou deixo de comprar. Estudei em escolas públicas durante muito tempo e isso nunca influenciou na minha vontade em fazer seis concursos públicos para cidades diferentes& passar nos seis com médias altas a ponto de ser 2o, 3o, 5o, ,8o, 9o, 9o lugar. O mais complicado foi o tempo passando, foram quatro anos de espera para ser chamada no primeiro Concurso. Neste meio tempo fui trabalhar numa loja grande: crediário, ligações para SPC, criar pacotes para presentes de memória, depois de um tempo a chave do cofre, caixa, gerente. Quando chamada no primeiro concurso o dono da loja disse que ia me demitir pra eu receber mais( salário miserento)trabalhei Natal, 1o de Ano, mas eu teria um mês pra ensinar quatro pessoas& cada um irá aprender uma parte do meu trabalho dividido em quatro partes.Resumo: dos quatro, apenas três foram contratados, mas conversei com o dono antes e já que ele ia me demitir para eu receber mais e eu ter que ensinar os quatro que no mês anterior& no mês que viria eu receberia por quatro pessoas! Ele topou!

  3. ALTA ROTAÇÃO

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    Na época que eu era um dos administradores de rede da UNISC, eu adorava pratos amarelos: gorduras saturadas, doçuras e tudo que era guloseimas.

    A mortandade de neurônios é decorrente principalmente desses alimentos. Quando chegava perto do horário de uma refeição, minha atenção ficava quase toda voltada para essas coisas.

    Nessa hora, eu ficava de “pavil curto” e tinha vontade de resolver as coisas rapidamente. Ou seja, meus neurônios ficavam em alta rotação. Em alta rotação, eles ficam bem mais fortes e corajosos, mas com uma miopia do futuro enorme, foco reduzido. E o que é pior, é que nem eu me dava conta dessa miopia, achando que eu podia enxergar longe.

    Depois de me alimentar, dar uma pequena caminhada e relaxar, eu voltava a ficar em baixa rotação, menos forte, mais prudente e com uma visão para bem mais longe que antes. Resumindo, foco bem amplo.

    Felizmente, nessa época eu já sabia um bocado de coisas relativas à dinâmica de grupo. Eu agia como duas pessoas de uma mesma equipe. Em alta rotação, eu me restringia a resolver rapidamente só as coisas que livravam o meu trabalho de quando eu estivesse em baixa rotação, evitando o máximo estragar o que não estava nítido. Essas, eu deixava para resolver depois da refeição, como se nessa hora, eu fosse outro da mesma equipe.

    Em geral, se restringir dessa forma em alta rotação exige bastante disciplina. Mas depois, a combinação dos resultados ficavam bem mais potentes, com muito menos recursos.

    A combinação pode ser de dois momentos em alta rotação, mas com focos diferentes.

    Num programa de computador, isso corresponde à duas instâncias de um mesmo programa, com atributos de valores diferentes.

    2 de 4 ————————————————

    Quando eu estou em alta rotação, eu fico mais forte e corajoso. No entanto, minha paciência e resistência acabam rapidamente e, se eu deixar isso acontecer, eu jogo a toalha e peço ajuda.

    É esse pedido de ajuda que define o foco certo. Esse foco não soluciona nada, apenas diz o que deve ser feito.

    Quando eu estou em alta rotação, eu me restrinjo a livrar a minha própria consciência de atividades que necessitam de um foco diferente, sem tentar resolver coisas que não estão nítidas. Dessa forma, quando eu assumir um foco mais amplo, terei a tranquilidade necessária para perceber o que deve ser feito e, a com base nisso, definir como as coisas devem ser feitas.

    Quanto maior for o número de focos reduzidos, maior ficar a potência neurológica. Isso não corresponde a uma pirâmide organizacional.

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    A etapa mais difícil da limpeza e arrumação da minha consciência para refinar essa disciplina foi o início da minha trajetória espiritual. Durou alguns meses. Apelidei essa fase de “Desintoxicação da Memória”.

    Toda a minha memória estava intoxicada com informações confusas geradas por manipulações midiáticas, impaciência, autoconfiança exagerada, má alimentação e etc. Ainda que eu já tivesse noção dessas coisas, não dava muita importância.

    Nesse período, eu mesmo decidia privar a minha consciência de coisas que ela pedia (café, chimarrão, porcarias saturadas…) por um período. Durante esse período, ela ficava enfurecida com isso e esquecia de coisas básicas do cotidiano.

    No início, eu anotava num papel essas coisas básicas para depois, regatá-las e lembrar de tudo. A medida que o tempo foi passando, as palavras chaves foram diminuindo e cabendo na própria área auxiliar da memória de trabalho do cérebro. Aí, eu nem anotava em papel porque sabia que o meu próprio cérebro iria resgatá-las depois.

    A vantagem de não anotar num papel é que isso deixa a informação livre para que o inconsciente enriqueça da maneira que ele achar melhor.

    4 de 4 ————————————————

    Apesar dessa exploração espiritual poder ir muito mais longe que o nosso conhecimento sequer pode chegar perto, é o conhecimento que fornece as armas para essa exploração. Sem essas armas, a decepção é coisa certa.

    Mesmo que o meu site seja acessado por gente com conhecimentos e culturas completamente diferentes, a combinação dessas visitas mostra claramente um padrão. Esse padrão é resultado de algo espiritual muito maior que uma religião sequer pode chegar perto.

    Gráfico atual do acessos ao site SUSTO NOS NEURÔNIOS

    https://www.dropbox.com/sh/9lm9etkthhekcog/AADYvXrMAvdkNp-rb5lOdmJka?dl=0&preview=Estat%C3%ADsticas.png

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    Paulo Ricardo Silveira Trainini

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