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BATERIA. UM, DOIS, TRÊS!!!

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BATERIA. UM, DOIS, TRÊS!!!

“Estruturas ou coisas que eu nunca tinha visto antes. Eu não tinha a menor ideia do que eram. Eu era um homem das cavernas em um laboratório de informática. Eu não tinha a menor ideia…

Mas eu tinha consciência que era uma civilização muito mais avançada, formas de vida, ou sei lá.” – PHAXE –

Eu reajo a absolutamente tudo. Mas, muitas vezes, a melhor reação é não fazer nada. Antes de reagir, eu rapidamente calculo os riscos e faço o que a consciência achar disso.

Se a minha consciência contém informações e pensamentos contraditórios, eu não concordo nem discordo com nada. Apenas me defendo dos perigos imediatos ou riscos desconhecidos e sigo em frente.

Isso se assemelha a estratégia de ataque e defesa no futebol. Ela também lembra inversões de polos em física. Mas confesso que não estudei essa área com profundidade.

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A minha reação só é alguma intervenção na realidade se não existe confusão na consciência. Eu só tenho certeza do perigo quando as coisas que me protegem estão conscientes.

Quando eu entro em sono profundo, o meu inconsciente testemunha os pensamentos contraditórios e apenas deixa-os fluir, sem tentar combiná-los. Eu só consigo fazer isso em altas profundidades meditativas.

Quando o despertador grita “Olha a bateria um, dois, três!!!”, esqueço de tudo e me acordo. Depois de algum tempo, a bateria volta a retumbar e eu me lembro de tudo.

Aí, faço silêncio, combino essas ideias confusas e mando bala. Depois, eu fecho os olhos e sigo. Isso se repete diariamente.

A vida não acontece sozinha, precisamos fazer acontecer. (Buda).

Paulo Ricardo Silveira Trainini

SELEÇÃO PHAXE

https://www.dropbox.com/sh/93yfnddpac5n25b/AADX7FJn3DIq9CREJft4Wsj2a?dl=0

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7 Comentários

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    “Aparentemente meninas: conservais no rosto a perene crispação de um sorriso. Mas não é sorriso, é magresa. Não vos foi dado lábios nem para sorrir, nem para beijar. Tendes a boca negra como uma cratera e vosso hálito suspira: amor?”

    – VINÍCIUS DE MORAES –

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    INTERCALAÇÃO

    Apesar da confusão, percebi uma coisa que anda colada com os meus mergulhos meditativos, feito o cravo sobre um doce. Quanto mais profundo, maior fica a minha preferência por comidas amargas.

    A medida que eu vou emergindo, minha preferência vai mudando para comidas menos amargas. Quando eu chego na superfície, eu prefiro só guloseimas.

    Quanto mais fundo é o meu mergulho, mais reduzido fica o foco dos meus contextos. Aí, eu me satisfaço só com soluções parciais. E nessas soluções parciais, eu simplesmente ignoro a solução final.

    Apenas, me satisfaço em tratar bem a tarefa do presente, independente se ela irá ser usada depois ou não. Contanto que eu tenha certeza que ela não irá atrapalhar e poderá, ou não, contribuir depois, beleza. 🙂

    Se eu termino esse tratamento parcial satisfatoriamente, eu dou uma risada doida e vou pra galera, tipo o Seu Boneco. Mesmo com uma boca negra e mau hálito.

    Bastam frações de segundos nessa risada doida, esquecendo o que passou e ignorando o futuro, para que os neurônios criem ideias geniais. E essas ideias são apenas sementes, custam para florescer.

    Garota de Ipanema – Vinícius e Toquinho: https://www.youtube.com/watch?v=ITsKmGfiStY

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    Paulo Ricardo Silveira Trainini

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