DAY BY DAY

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DAY BY DAY

Quanto menos informações a minha consciência tem antes de iniciar um contexto, melhor. Esse foco reduzido, aumenta a eficiência no acesso e associação das informações que o meu cérebro tem para tratar o contexto presente.

Antes de iniciar um contexto, eu registro na inconsciência só o que poderá ser útil para o futuro. O resto, eu mando pro lixo. A única coisa que eu salvo é o dedão 🙂 .

Por exemplo, quando eu leio algo ou ouço um discurso e rapidamente concluo o final das coisas que serão úteis para o futuro, eu ignoro o resto. Ou seja, lixo…

Eu só deixo a minha consciência espionar as informações do passado e considerar as previsões futuras nos intervalos entre um contexto e outro. Mas dentro de um contexto, eu procuro bloquear o máximo essas lembranças (isolar o contexto).

Para tranquilizar o máximo a minha consciência, eu não a deixo espionar nada fora do contexto presente. Se ela se meter a espiã, eu digo palavrões prá mim mesmo.     Mas, se tem mais gente me ouvindo, eu troco os palavrões por “um dia depois do outro”.

Da primeira vez que eu olhei essa figura acima, eu achei que eram espirais. Mas, olhando com mais calma, vi que não. São círculos perfeitos que, arranjados dessa forma, dão a impressão de que são espirais.

Agora, imagina que os quadrados que formam esses círculos são neurônios e cada círculo representa a consciência. Essa relação mostra o comportamento da memória do meu cérebro.

Se eu não isolar bem um contexto, deixando que a minha consciência espione coisas do passado e faça projeções futuras, ela se transforma numa espiral. Se essas projeções forem ruins, eu piro antes da coisa acontecer.

rambo

Mas, se eu tapar o olho da minha consciência e ignorar essas previsões, eu me encho de coragem para enfrentar os desafios do presente. Se esse desafio insistir em me desafiar, eu desafio o desafio.

Se eu enfrentar os desafios do presente dessa forma, aquelas previsões ruins serão contaminadas por bactérias Decompilus Problemus. Quando eu digerir os desafios dessas previsões ruins, a minha flora intestinal será enriquecida com a bactéria Victorillus.

Essas contaminações variam por sexo. Nos homens vai pros espermatozoides e nas mulheres, pros óvulos.

Quando eu não ignoro as inutilidades para o futuro, a minha coragem é contaminada pelo terrível vírus mortal medobola.

O futuro não é real, é apenas uma imaginação, que pode se tornar realidade ou não. O futuro só se tornará real quando for parido. Antes de nascer, ele se desenvolverá no útero da memória. O útero da memória é inconsciente.

 

 

Paulo Ricardo Silveira Trainini

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