EXPERIMENTO DO CÉREBRO DUPLO

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EXPERIMENTO DO CÉREBRO DUPLO

Bastou a Turquia acessar o site do susto nos neurônios e o modelo de interferência gerado pelo feixe de comunicações entre os países mudou. Isso não faz sentido!

Figura extraída de https://www.youtube.com/watch?v=GXAYW4a3OZY

Mas, os mateadores são espertos. Eles pensaram: talvez esses países estejam pulando uns nos outros e espalhando as informações através de comunicações multicast.

Então, eles resolveram estabelecer comunicações unicast só entre dois países de cada vez. Assim, não teria jeito de uma comunicação interferir na outra. Mas, depois de um tempo, a mesma mudança aconteceu. 🙁

Não existe outra explicação! Dois países estabelecem comunicações unicast, trocam para comunicações multicast em função do novo país adicionado e interferem com elas mesmas para bater nos ouvidos de todos como apenas comunicações unicast.

Mas jornalisticamente é mais estranho ainda! Essa relação é informada para dois noticiários e para nenhum. E é informada para um só e só para o outro. Todas essas possibilidades estão em superposição uma com a outra.

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Mas, os cientistas ficaram incomodados com isso. Então, decidiram espiar e ver por qual comunicação a informação realmente passa. Eles colocaram um snifer na rede para ver por qual comunicação a informação passou e seguiu se propagando.

Mas o mundo quântico é mais misterioso do que eles podiam imaginar. Quando eles observaram, a informação voltou a se propagar de maneira unicast.

Só o ato de observar fez com que as comunicações ficassem só unicast e não multicast. A informação decidiu agir diferente, já que ela sabia que estava sendo observada.

Então, eles decidiram refinar o experimento, fizeram o experimento do cérebro duplo. Nele, alguns neurônios se comunicam racionalmente e o restante somente por emoções.

Paulo Ricardo Silveira Trainini

6 ideias sobre “EXPERIMENTO DO CÉREBRO DUPLO

  1. MOSCÃO
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    Esperar a oportunidade para fazer alguma coisa é falta de vontade. A oportunidade não procura quem não faz nada.

    Se o objetivo parece inatingível, não come mosca. Presta atenção no caminho e faz só o que for necessário para atingir objetivos visíveis, mesmo que parciais.

    Além de aproveitar muito melhor os recursos do teu corpo (reflexo, coragem, força, simetria, distribuição…), vais prestar mais atenção nos outros.

    A empatia e a criatividade nascem assim.

    Se tentares atingir o objetivo inatingível, além de não conseguir, vais ignorar o pode ser útil depois.

    Se insistires em espiar o objetivo inatingível, vais poluir a tua consciência de muita informação inútil. Aí, todas as informações irão direto pro lixo após a próxima troca de contexto. Nada será registrado, mesmo as ideias boas contidas no meio desse lixaredo.

    Moscão – paródia de Moskau de Dschinghis Khan: http://sustonosneuronios.org/wp-content/uploads/2018/01/Moscão-paródia-de-Moskau-de-Dschinghis-Khan-.mp3

    Original: https://www.youtube.com/watch?v=BQAKRw6mToA

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    Paulo Ricardo Silveira Trainini

  2. SÓ NO BICO
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    Quando eu sinto uma ideia muito forte, eu procuro policiar a minha razão para tentar entender a coisa em várias etapas, tipo conta gotas, e puxar o freio de mão da razão depois de cada etapa. Depois de sacar uma parte, deixo-a propositadamente na dúvida do resto. Pois, se ela não fizer isso, o sol vai embora. Essa decepção é devido às decisões que ela pode tomar sobre o futuro considerando previsões baseadas só nessas coisas, melecando tudo.

    Nada nem ninguém pode prever o futuro. Deve-se considerar as previsões, mas não decidir os movimentos de todos os braços desse polvo de etapas só com base nessas previsões. Se essa poda não for feita, o mais provável é que as ações baseadas só nessas previsões melecarão tudo.

    Imaginas – só em sentido figurado, porque isso é totalmente gasoso, sem seguir uma lógica racional – que uma ideia corresponda a uma pizza. Quanto mais forte for a ideia, maior a pizza. A força dessa ideia é proporcional à circunferência da pizza e o número de partes é proporcional ao diâmetro.

    Se parecer impossível dividir, então inverte a tática: ao invés de dividir, deixa tudo unido. Escolhe ao acaso uma coisa e presta atenção só nessa coisa. Ignora o resto, apenas deixa esse resto fluir livremente. Ideias criativas nascem assim. Mas nesse caso, esquece o prazer e usa todas as tuas forças para ficar só no bico dessa coisa e deixar o resto com o acaso. O inconsciente saberá como lidar com isso muito, mas muito melhor que o consciente. Se não agires assim, o esmagamento é coisa certa.

    Inconsciente e polvo [Rubem Penz]

    https://rubem.wordpress.com/2017/01/20/inconsciente-e-polvo-rubem-penz/

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    Paulo Ricardo Silveira Trainini

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